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Ruy Espinheira volta com “O Rei Arthur vai à guerra”


Neste sábado, 30 de novembro, o escritor Ruy Espinheira Filho estará na Livraria LDM do Espaço Itaú de Cinema Glauber Rocha, Praça Castro Alves, Centro, a partir das 10h, para lançar a nova edição do seu livro "O Rei Arthur vai à guerra". No evento gratuito haverá sessão de autógrafos. Esta é a segunda edição do livro, finalista do Prêmio Nestlé, publicado primeiramente em 1987.


“A história é uma novela, tanto lírica quanto humorística, de uma juventude aventureira e poética, como deve ser sempre a juventude”, conta o autor. “O Rei Artur vai à guerra” conta as aventuras do pré-adolescente Alberto, apaixonado por literatura, que se inspira nas histórias de Rei Artur, da Távola Redonda, para viver as próprias histórias, com os amigos ou consigo mesmo e sua criatividade.


“Um livro delicioso, rápido, que envolve o leitor e o conduz pelas veredas de Dois Rios, uma cidade pequena com sua rua de alfaiates, o pequeno cineteatro, o pátio da escola e um grande açude de represa”, expõe a editora do livro, Cristiane Mateus.


Ruy Espinheira Filho, que já conquistou o Prêmio Nacional de Poesia Cruz e Sousa (1981) e o Prêmio de Poesia da Academia Brasileira de Letras (2006), utiliza elementos de prosa e poesia ao longo das 96 páginas, guiando o leitor pela imaginação de Alberto como um reflexo da própria trajetória do escritor. “Toda obra de escritor é também autobiográfica. Na verdade, prosa e poesia se complementam mutuamente. Tudo isso é vida. Se eu não tivesse vivido aquele tipo de vida, não poderia ter escrito o livro”, diz Ruy.


Ruy Espinheira Filho nasceu em Salvador, Bahia, em 1942. Jornalista, poeta, ficcionista, ensaísta e professor aposentado de Literatura Brasileira do Instituto de Letras da Universidade Federal da Bahia. Poeta elogiado em sua estreia (Heléboro, 1974) por Carlos Drummond de Andrade, que o classificou como autor de uma “poesia concentrada e de sutil expressão”. Em 1998, foi eleito um dos 20 poetas contemporâneos mais importantes do Brasil, consulta promovida pela Fundação Biblioteca Nacional.


Ruy é detentor, com poesia e prosa, de prêmios literários, como o Prêmio Nacional de Poesia Cruz e Sousa (As sombras luminosas, 1981), o Prêmio Ribeiro Couto (Memória da chuva, poesia, 1996) e, com Elegia de agosto e outros poemas (2005), o Prêmio de Poesia da Academia Brasileira de Letras, o Prêmio Jabuti (2º lugar) e Menção Especial do Prêmio Cassiano Ricardo. Também foi duas vezes indicado ao Prêmio Portugal Telecom (Sob o céu de Samarcanda, 2010, e A casa dos nove pinheiros, 2013).