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Palco Multicultural vai do reggae ao rap no Pelourinho



O Palco Multicultural do Pelourinho vai reunir ritmos diversificados e alternativos durante o Carnaval de Salvador a partir deste sábado (22) e até a terça-feira (25). A grade musical inclui grupos e cantores de reggae, ragga, hip-hop e rap, entre outros, com apresentações musicais a partir das 18h. A novidade é que esse ano o palco estará montado na Praça das Artes (Rua Gregório de Mattos), onde vão passar 18 artistas.


A banda Diamba (foto), uma das atrações já esperadas pelo público, vai se apresentar no primeiro dia (22), trazendo em seu repertório “Jamaica é Bom Demais”, canção que dá nome à turnê de verão da banda e que também é o tema de carnaval escolhido pelos integrantes. Além dela, o grupo vai apresentar todo o repertório do primeiro álbum "Ninguém Está a Salvo", lançado há exatos 20 anos.


“Esse é mais um ano que subiremos ao Palco Multicultural com o que nós temos de melhor do nosso show. A gente está sempre tentando trazer novidades para o nosso público, com o trabalho autoral e algumas versões de outros artistas. O repertório do nosso primeiro CD será também uma homenagem aos 20 anos que ele completa agora em 2020”, conta Duda Sepúlveda, vocalista da banda.


Duda ressalta o Carnaval do Pelô como necessário. “Há muito tempo que o Palco Multicultural resolveu uma demanda grande por um Carnaval mais familiar e ao mesmo tempo mais alternativo. Tocar no Pelourinho é uma grande alegria por isso, porque a gente pode encontrar esse pessoal que pode levar o filho, ir com a família, um lugar mais tranquilo para curtir os vários segmentos da música e tendências. A gente acaba encontrando um público bem diverso”.


A terça-feira (25) terá o protagonismo do rap, por meio de apresentações como a de Kainná Tawá, Mc e poeta soteropolitana. No repertório, destaque para "Meu Canto Inverso", uma das mais recentes e que fala sobre uma maneira mais positiva da visão de mundo da cantora.


“É muito importante levar o rap para esse lugar no Carnaval, até mesmo pelo propósito que esse ritmo vem trazendo. Eu pretendo levar as minhas vivências através das minhas músicas e fazer com que isso chegue até as pessoas de uma maneira positiva e real. Essa diversidade musical é importante para que as pessoas não fiquem presa um único tipo de música no Carnaval”, opina.

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