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Monólogo revela trajetória de Zilda Arns


Sucesso de público e de crítica, o espetáculo “Zilda Arns - A dona dos lírios” faz três apresentações em Salvador (BA), desta sexta a domingo, dias 16, 17 e 18 de agosto, a partir das 20h, no Teatro Sesc Casa do Comércio (Av. Tancredo Neves, 1109, fone 71 3273-9852). Em formato de monólogo, a peça conta os momentos mais importantes da fundadora da Pastoral da Criança, três vezes indicada ao Prêmio Nobel de Paz e responsável por importante redução da mortalidade infantil no Brasil.


Esse trabalho desbravador da sanitarista estará impresso no cenário (de Luiz Antonio Rocha e Eduardo Albini), figurinos (de Caká Oliveira), iluminação (de Ricardo Lyra Jr.) e composição sonora (Beá). Os ingressos custam R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia).


Zilda Arns morreu em 2010, durante o terremoto que devastou o Haiti. A médica estava lá em missão humanitária, com o objetivo de fundar a Pastoral da Criança naquele que é o país mais pobre da América Latina. Morreu dentro da igreja, antes de seu discurso de inauguração, mas seu legado fica para sempre.


Filha de alemães, Zilda Arns Neumman nasceu em 1934, em Forquilhinha, Santa Catarina. Médica pediatra e sanitarista brasileira, irmã de Dom Paulo Evaristo Arns, foi fundadora e coordenadora internacional da Pastoral da Criança, que completa 35 anos em 2018, e da Pastoral da Pessoa Idosa, organismos de ação social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).


Com iniciativas relativamente simples como as campanhas do soro caseiro e da amamentação e a pesagem regular de crianças até dois anos, a médica conseguiu reduzir em 60% os índices da mortalidade infantil no Brasil nos anos 80. A Pastoral da Criança, fundada no Paraná, foi expandida para outros 26 países, além de estar presente em quase todas as cidades brasileiras.

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